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Marina Branco
há 2 dias9 min de leitura


Victor Lee
4 min de leitura


Roger Caroso
7 min de leitura


Victor Lee
18 de jun.4 min de leitura


Daniel Araújo (Convidado)
28 de mai.2 min de leitura


Vitor Rocha
2 de abr.2 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura


Vitor Rocha
19 de jan.6 min de leitura


Marina Branco
há 2 dias9 min de leitura


Artur Soares
2 de jul.3 min de leitura


Artur Soares
2 de jul.4 min de leitura


Alan Pinheiro
24 de jun.1 min de leitura

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Por que as pessoas estão cantando Wonderwall e Sweet Caroline na Copa?
Quem sabe um dia eu ou você, que lê esse texto, tenhamos a chance de estar nas arquibancadas de um jogo da Inglaterra na Copa do Mundo. Quem sabe, com mais sorte ainda, os ingleses vençam aquela partida. E quem sabe, como quem escuta um trecho da história, nossos olhos se fechem pra que nossos ouvidos possam ouvir declarações de amor das mais sinceras que existem. Desde sempre, a torcida da Inglaterra teve um jeito próprio de torcer e, mais que tudo, agradecer a seus jogadore


(500) Dias com Ela, Obsessão e o perigo do falso amor
Este seria só mais um ensaio batido sobre a grande obra-mor dos nice guys, "(500) Dias com Ela", se "Obsessão" não tivesse me atingido como um tapa na cara no último fim de semana.


Para todas as crianças que não nasceram cientistas
Um mundo onde o Tocha Humana e os Devoradores de Estrelas também possam ser a salvação Toda criança que nasce com a bênção da inteligência das exatas ou naturais cresce ouvindo o quanto é inteligente. Sempre os gênios de toda sala de aula, os “novos Einsteins” e aqueles que deveriam ter seu QI investigado, os mini-profissionais de exatas são sempre o futuro de toda sala de aula. Uma mesma inteligência, ou até maior, na área de linguagens, no entanto, não. Quando somos crianç


Cinema Asmático - Sonhos de Trem
Para um bom filme, basta o belo? Como alcançar um critério tão subjetivo, tão maniqueísta, tão particular? As respostas costumam variar; há um vício, porém, que permeia uma parte dos palpites cinematográficos. Trata-se tão somente de uma confusão que mistura forma e fotografia, como se estes fossem termos intercambiáveis.


CRÍTICA | O Beijo da Mulher Aranha é uma contradição de erros e acertos
“Você tem a chave daquela porta? Ficarei feliz em te seguir. Caso contrário, fugirei daqui do meu próprio jeito”. Essa frase dita por Luis Molina, personagem vivido por William Hurt em O Beijo da Mulher Aranha (1985), sintetiza com precisão o âmago do filme. O longa dirigido por Héctor Babenco retrata a história de alguém que usava o cinema como válvula de escape da realidade hostil que o cerca. Mais de 40 anos depois, a história está prestes a ganhar uma reimaginação sob dir


A visão feminina no cinema pioneiro de Alice Guy-Blaché
Arte por Rafael Vaccaro Madrid Em meados do infame século XIX, ninguém era capaz de prever que, no coração da Europa, começavam as movimentações iniciais do surgimento de uma nova arte. Uma arte que faria explodir “esse universo carcerário com a dinamite dos seus décimos de segundo, permitindo-nos empreender viagens aventurosas entre as ruínas arremessadas à distância”, como nos disse Walter Benjamin; uma arte que não apenas revolucionaria o modo como interagimos com todas as


Cidade dos Sonhos: o século XXI entre pulsões de morte
Passaram-se cinco meses desde que assisti Cidade dos Sonhos (2001) nos cinemas, em abril de 2025. Na ocasião, uma sala muito prestigiada pela cinefilia soteropolitana exibiu uma cópia remasterizada a partir dos negativos originais em 4K — tratava-se de um evento sem igual para qualquer um que tenha o cinema como uma paixão. A recente morte do autor do longa-metragem, David Lynch, ainda atribuía à sessão a honraria de homenagem póstuma a este que foi um dos maiores da sua ge


O Olhar Háptico e a fisicalidade dos corpos a partir de Desejo e Obsessão (2001)
Figura proeminente do cinema francês no final da década de 90 e início dos anos 2000, Claire Denis é uma diretora que tem a trajetória marcada pela proposta sensorial e fora dos padrões. Entre o catálogo da cineasta, uma obra que se destaca neste apelo estético que foge do comum é Desejo e Obsessão (2001), filme estrelado por Vincent Gallo e Béatrice Dalle que conta a história de dois canibais ao lado de seus parceiros.


CRÍTICA | O Agente Secreto acerta e desliza, mas valoriza a memória nacional
Quando vocês acham que as pessoas morrem? Quando elas levam um tiro de pistola bem no coração? Não. Quando são vencidas por uma doença...


CRÍTICA | ‘Invocação do Mal: O Último Ritual’ encerra a franquia de forma medíocre
Quando se fala sobre família, já é um consenso saber que amar também é deixar ir. Assim como uma mãe que vê seu filho deixar seu lar para...


CRÍTICA | Superman é a luz que representa a esperança
Dirigido, produzido e roteirizado por James Gunn, Superman (2025) acompanha a história antológica do personagem de mesmo nome em suas...


Sucesso na internet, professora concorre ao prêmio de afroliteratura ‘Erê Dendê’
Com um sorriso encantador e uma alegria que parece não ter fim, Lavinia Rocha consegue encantar até mesmo quem não é aluno. Nascida em Belo Horizonte, começou a despertar seu interesse pela escrita ainda cedo durante as aulas de produção textual na escola. Aos 13 anos, publicou seu primeiro romance, intitulado “Um Amor em Barcelona”, que ainda carregava muitas referências eurocêntricas em sua raiz.


Unglassed Bones: Mais que Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Amélie desistiu dos pensamentos e começou a fazer um bolo. Por um momento, a menina que ainda mora dentro dela se levantou, e a pegou de guarda baixa para sonhar um pouco.
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