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Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
3 min de leitura


Victor Lee
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Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
1 de out.4 min de leitura


João Ataide (Convidado)
23 de set.3 min de leitura


Victor Lee
13 de ago.3 min de leitura
Conhecendo o STIGMA e a comunidade de K-Pop e J-Pop na Bahia

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Alan Pinheiro
6 de ago.3 min de leitura


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4 de ago.2 min de leitura


Artur Soares
20 de jul.3 min de leitura


Marina Branco
12 de jul.9 min de leitura


Glenda Santos (Convidada)
13 de out.3 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura
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Crítica | Digger surpreende como sátira e escava espaço no Oscar 2026
Digger revela-se muito mais maduro no quesito de experiência cinematográfica.


CRÍTICA | Papaya é a descoberta de um lugar para pertencer
Entre raízes, descobertas e um mundo que parece cada vez mais distante da natureza, Papaya transforma a jornada de uma pequena semente em uma história sobre descobrir quem somos e onde pertencemos.


5 Filmes para ver durante o trabalho?
Na correria do trabalho muitas vezes ver um filme é difícil, mas quem já viveu sabe! Por isso que o Moqueka preparou 5 filmes perfeitos para acompanhar o seu expediente.


CRÍTICA | O Fim da Rua e o pesadelo dos vizinhos jurássicos
A ficção científica no cinema frequentemente explora os limites do surreal e da imaginação humana


Cinema Asmático - Sonhos de Trem
Para um bom filme, basta o belo? Como alcançar um critério tão subjetivo, tão maniqueísta, tão particular? As respostas costumam variar; há um vício, porém, que permeia uma parte dos palpites cinematográficos. Trata-se tão somente de uma confusão que mistura forma e fotografia, como se estes fossem termos intercambiáveis.


CRÍTICA | Exit 8 é mais uma anomalia das adaptações de games
The Exit 8 transcende sua origem nos games para se tornar uma metáfora claustrofóbica sobre a modernidade. Ao unir uma direção imersiva, a tensão constante de um quebra-cabeça visual e uma crítica social afiada sobre a rotina urbana, o longa se consolida como uma obra de suspense inteligente.


Cinema enjoa, né?
Para quem gosta de assistir filmes, ir ao cinema é sempre um evento com uma importância muito grande. Não que esse prazer não possa ser compartilhado pelo público geral, mas é um momento alí particular de quem ama aquilo.


O Homem de Lata: dor também é amor
Um ensaio feito com carinho sobre o personagem que mais me deu medo quando era criança, e ficou congelado na minha mente na imagem dos pesadelos onde ele aparecia ao lado da minha cama, deitado no chão, rangendo e preso em si mesmo. Se as memórias que tenho dele até adulta puderem me ensinar alguma coisa, espero que seja que é melhor não ter nenhum amor, do que causar alguma dor.


CRÍTICA | Springsteen: Salve-me do Desconhecido é a consolidação de uma visão íntima
Crítica do filme Springsteen: Salve-me do Desconhecido, uma obra que aborda um conturbado período da vida do artista.


CRÍTICA | 3 Obás de Xangô é exaltação à estética da Bahia e do candomblé
O Obá de Xangô, no candomblé, é um cargo concedido a pessoas que atuam como uma espécie de "ministro" ou "embaixador" do terreiro perante a sociedade. O documentário mergulha na trajetória desses três artistas, unidos por uma profunda amizade, mas também por um elo ainda mais forte: o espiritual.


CRÍTICA | GOAT tem um brilho superficial de uma metáfora oca
Um dos principais pontos a serem abordados em boa parte do filme é o elo que liga Cameron ao esporte, à sua família e ao seu lado de superstição que acaba sendo seu lado religioso.


CRÍTICA | Dormir de Olhos Abertos é como viver em um aquário
A obra mergulha em uma série de histórias de rejeição e abandono. A narrativa mostra três pilares que se encontram com apenas uma palavra: imigrantes. No início da história, conhecemos uma mulher taiwanesa que se mostra uma pessoa solitária. A obra deixa claro que ela está à espera de um possível namorado que nunca chega.


La Haine a Arte da Violência
No filme, são filmados de maneira que se percebe, imediatamente, a ausência de saída. A câmera nos prende dentro dos prédios, dos muros, das vielas, há um sentimento de estagnação. Tudo é estéril, concreto, cinza. Não há verde, não há horizonte. Apenas o abandono. Kassovitz enquadra esses espaços como territórios de confinamento.
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