top of page


Artur Soares
há 1 hora5 min de leitura


Roger Caroso
1 min de leitura


Artur Soares
há 1 hora5 min de leitura


Artur Soares
há 7 horas4 min de leitura


Alan Pinheiro
26 de nov. de 20253 min de leitura


Roger Caroso
30 de out. de 20256 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
16 de dez. de 20254 min de leitura


Marina Branco
25 de nov. de 20256 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
21 de nov. de 20254 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
31 de out. de 20255 min de leitura


Roger Caroso
24 de dez. de 20251 min de leitura


Roger Caroso
31 de out. de 20251 min de leitura
Moqueka
17 de out. de 20252 min de leitura


Moqueka
30 de jul. de 20252 min de leitura

09:51

10:11

44:29

02:16

21:54


A visão feminina no cinema pioneiro de Alice Guy-Blaché
Arte por Rafael Vaccaro Madrid Em meados do infame século XIX, ninguém era capaz de prever que, no coração da Europa, começavam as movimentações iniciais do surgimento de uma nova arte. Uma arte que faria explodir “esse universo carcerário com a dinamite dos seus décimos de segundo, permitindo-nos empreender viagens aventurosas entre as ruínas arremessadas à distância”, como nos disse Walter Benjamin; uma arte que não apenas revolucionaria o modo como interagimos com todas as


Cidade dos Sonhos: o século XXI entre pulsões de morte
Passaram-se cinco meses desde que assisti Cidade dos Sonhos (2001) nos cinemas, em abril de 2025. Na ocasião, uma sala muito prestigiada pela cinefilia soteropolitana exibiu uma cópia remasterizada a partir dos negativos originais em 4K — tratava-se de um evento sem igual para qualquer um que tenha o cinema como uma paixão. A recente morte do autor do longa-metragem, David Lynch, ainda atribuía à sessão a honraria de homenagem póstuma a este que foi um dos maiores da sua ge


Cercear corpos: confinamento e claustrofobia em O Bebê de Rosemary (1968)
O Bebê de Rosemary constrói dois espaços igualmente repressivos: o interno, num apartamento ou prédio, e o externo, na imensidão da cidade grande. Eles têm mais semelhanças que diferenças. Por exemplo, ambos possuem “agentes” do mal que espreitam e observam a vida de Rosemary, buscando podá-la, cerceá-la e ulteriormente controlá-la.


La Haine a Arte da Violência
No filme, são filmados de maneira que se percebe, imediatamente, a ausência de saída. A câmera nos prende dentro dos prédios, dos muros, das vielas, há um sentimento de estagnação. Tudo é estéril, concreto, cinza. Não há verde, não há horizonte. Apenas o abandono. Kassovitz enquadra esses espaços como territórios de confinamento.
Receba as novidades do Moqueka na sua caixa de mensagens
bottom of page










