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Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
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Victor Lee
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Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
1 de out.4 min de leitura


João Ataide (Convidado)
23 de set.3 min de leitura


Victor Lee
13 de ago.3 min de leitura
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Alan Pinheiro
6 de ago.3 min de leitura


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Artur Soares
20 de jul.3 min de leitura


Marina Branco
12 de jul.9 min de leitura


Glenda Santos (Convidada)
13 de out.3 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura
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Crítica | Digger surpreende como sátira e escava espaço no Oscar 2026
Digger revela-se muito mais maduro no quesito de experiência cinematográfica.


CRÍTICA | Dormir de Olhos Abertos é como viver em um aquário
A obra mergulha em uma série de histórias de rejeição e abandono. A narrativa mostra três pilares que se encontram com apenas uma palavra: imigrantes. No início da história, conhecemos uma mulher taiwanesa que se mostra uma pessoa solitária. A obra deixa claro que ela está à espera de um possível namorado que nunca chega.


La Haine a Arte da Violência
No filme, são filmados de maneira que se percebe, imediatamente, a ausência de saída. A câmera nos prende dentro dos prédios, dos muros, das vielas, há um sentimento de estagnação. Tudo é estéril, concreto, cinza. Não há verde, não há horizonte. Apenas o abandono. Kassovitz enquadra esses espaços como territórios de confinamento.
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