top of page


João Moura
21 de jan.3 min de leitura


Artur Soares
29 de jan.4 min de leitura


Artur Soares
23 de jan.5 min de leitura


João Moura
21 de jan.3 min de leitura


Artur Soares
14 de jan.5 min de leitura


Vitor Rocha
19 de jan.6 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
16 de dez. de 20254 min de leitura


Marina Branco
25 de nov. de 20256 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
21 de nov. de 20254 min de leitura


Roger Caroso
30 de jan.1 min de leitura


Roger Caroso
24 de dez. de 20251 min de leitura


Roger Caroso
31 de out. de 20251 min de leitura
Moqueka
17 de out. de 20252 min de leitura

09:51

10:11

44:29

02:16

21:54


CRÍTICA | Dormir de Olhos Abertos é como viver em um aquário
A obra mergulha em uma série de histórias de rejeição e abandono. A narrativa mostra três pilares que se encontram com apenas uma palavra: imigrantes. No início da história, conhecemos uma mulher taiwanesa que se mostra uma pessoa solitária. A obra deixa claro que ela está à espera de um possível namorado que nunca chega.


La Haine a Arte da Violência
No filme, são filmados de maneira que se percebe, imediatamente, a ausência de saída. A câmera nos prende dentro dos prédios, dos muros, das vielas, há um sentimento de estagnação. Tudo é estéril, concreto, cinza. Não há verde, não há horizonte. Apenas o abandono. Kassovitz enquadra esses espaços como territórios de confinamento.
Receba as novidades do Moqueka na sua caixa de mensagens
bottom of page








