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CRÍTICA | Dormir de Olhos Abertos é como viver em um aquário
A obra mergulha em uma série de histórias de rejeição e abandono. A narrativa mostra três pilares que se encontram com apenas uma palavra: imigrantes. No início da história, conhecemos uma mulher taiwanesa que se mostra uma pessoa solitária. A obra deixa claro que ela está à espera de um possível namorado que nunca chega.


La Haine a Arte da Violência
No filme, são filmados de maneira que se percebe, imediatamente, a ausência de saída. A câmera nos prende dentro dos prédios, dos muros, das vielas, há um sentimento de estagnação. Tudo é estéril, concreto, cinza. Não há verde, não há horizonte. Apenas o abandono. Kassovitz enquadra esses espaços como territórios de confinamento.
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