top of page


Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
3 min de leitura


Victor Lee
3 min de leitura


Alan Pinheiro
21 de out.4 min de leitura


Victor Lee
1 de out.4 min de leitura


João Ataide (Convidado)
23 de set.3 min de leitura


Victor Lee
13 de ago.3 min de leitura
Conhecendo o STIGMA e a comunidade de K-Pop e J-Pop na Bahia

Facebook
Twitter
Pinterest
Tumblr
Copiar link
Link copiado

Reproduzindo agora
05:42

Reproduzindo agora
03:33

Reproduzindo agora
02:23

Reproduzindo agora
04:36


Alan Pinheiro
6 de ago.3 min de leitura


Moqueka
4 de ago.2 min de leitura


Artur Soares
20 de jul.3 min de leitura


Marina Branco
12 de jul.9 min de leitura


Glenda Santos (Convidada)
13 de out.3 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura
Receba as novidades do Moqueka na sua caixa de mensagens


Cercear corpos: confinamento e claustrofobia em O Bebê de Rosemary (1968)
O Bebê de Rosemary constrói dois espaços igualmente repressivos: o interno, num apartamento ou prédio, e o externo, na imensidão da cidade grande. Eles têm mais semelhanças que diferenças. Por exemplo, ambos possuem “agentes” do mal que espreitam e observam a vida de Rosemary, buscando podá-la, cerceá-la e ulteriormente controlá-la.
bottom of page










