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Cercear corpos: confinamento e claustrofobia em O Bebê de Rosemary (1968)
O Bebê de Rosemary constrói dois espaços igualmente repressivos: o interno, num apartamento ou prédio, e o externo, na imensidão da cidade grande. Eles têm mais semelhanças que diferenças. Por exemplo, ambos possuem “agentes” do mal que espreitam e observam a vida de Rosemary, buscando podá-la, cerceá-la e ulteriormente controlá-la.
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