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Alan Pinheiro
6 de ago.3 min de leitura


Victor Lee
13 de ago.3 min de leitura


Victor Lee
12 de ago.3 min de leitura


Alan Pinheiro
27 de jul.5 min de leitura


Artur Soares
17 de jul.5 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura


Vitor Rocha
19 de jan.6 min de leitura


Alan Pinheiro
6 de ago.3 min de leitura


Moqueka
4 de ago.2 min de leitura


Artur Soares
20 de jul.3 min de leitura


Marina Branco
12 de jul.9 min de leitura

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CRÍTICA | Sexo, demônios e os perigos do cinema neozelandês em Evil Dead Burn
Os elementos que moldaram a saga surgem em momentos isolados, como quem faz uma referência ao que veio antes, mas nunca assumindo o eixo central dessas produções. O humor ácido e escrachado, característica que aparece logo no primeiro filme de Raimi, surge de forma cada vez mais tímida. Em contrapartida, a violência gráfica — um dos responsáveis por fazer Evil Dead se tornar conhecido pelo grande público — é mais elevada, sempre buscando ser mais grotesca que o longa anterior
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