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Marina Branco
há 2 dias9 min de leitura


Victor Lee
4 min de leitura


Roger Caroso
7 min de leitura


Victor Lee
18 de jun.4 min de leitura


Daniel Araújo (Convidado)
28 de mai.2 min de leitura


Vitor Rocha
2 de abr.2 min de leitura


Alan Pinheiro
1 de jul.4 min de leitura


João Moura
22 de jun.5 min de leitura


Marina Branco
19 de jun.6 min de leitura


Vitor Rocha
19 de jan.6 min de leitura


Marina Branco
há 2 dias9 min de leitura


Artur Soares
2 de jul.3 min de leitura


Artur Soares
2 de jul.4 min de leitura


Alan Pinheiro
24 de jun.1 min de leitura

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(500) Dias com Ela, Obsessão e o perigo do falso amor
Este seria só mais um ensaio batido sobre a grande obra-mor dos nice guys, "(500) Dias com Ela", se "Obsessão" não tivesse me atingido como um tapa na cara no último fim de semana.


Para todas as crianças que não nasceram cientistas
Um mundo onde o Tocha Humana e os Devoradores de Estrelas também possam ser a salvação Toda criança que nasce com a bênção da inteligência das exatas ou naturais cresce ouvindo o quanto é inteligente. Sempre os gênios de toda sala de aula, os “novos Einsteins” e aqueles que deveriam ter seu QI investigado, os mini-profissionais de exatas são sempre o futuro de toda sala de aula. Uma mesma inteligência, ou até maior, na área de linguagens, no entanto, não. Quando somos crianç


CRÍTICA | A Revolução dos Bichos é tão igual quanto outras adaptações
Todas as adaptações são iguais, mas algumas são mais iguais do que outras É curioso o timing do lançamento desta mais recente adaptação de A Revolução dos Bichos, de George Orwell. A obra, uma das alegorias políticas mais importantes do século XX sobre a ascensão do autoritarismo, o uso da propaganda e a corrupção do poder, parecia encontrar no cenário político contemporâneo um contexto ideal para reafirmar sua relevância. No entanto, a adaptação dirigida por Andy Serkis acab


Por onde vi - Avatar merece os cinemas
O novo filme do universo de Avatar, A Lenda de Aang: O Último Mestre do Ar foi vazado na internet e gerou grande comoção do público, que agora deseja vê-lo nos cinemas


CRÍTICA | Entre o "Fatality" e a "galhofa" Mortal Kombat II entrega o que os fãs realmente queriam ver
Mortal Kombat II segue honrando sua adaptação dos videogames, mas desta vez coloca os célebres campeões para lutar lado a lado com o icônico e arrogante Johnny Cage.


Cinema enjoa, né?
Para quem gosta de assistir filmes, ir ao cinema é sempre um evento com uma importância muito grande. Não que esse prazer não possa ser compartilhado pelo público geral, mas é um momento alí particular de quem ama aquilo.


CRÍTICA | Song Sung Blue é uma história bonita contada de forma genérica
Não é mais novidade para ninguém que o universo das biografias cinematográficas se encontra em um estado de saturação. Entra ano e sai ano, o mesmo filme repetido, com a única mudança sendo o personagem principal.


CRÍTICA | Chainsaw Man - Arco da Reze é a representação do amor enquanto tragédia
A verdade é que à cada dez filmes, eu só costumo gostar de um. Mas, houve casos que esse único filme foi capaz de mudar minha vida Eu acho extremamente simbólico essa frase da Makima acontecer bem no início de Chainsaw Man: Arco Reze. As vezes me pego pensando sobre como certas obras conseguem ter um impacto realmente impressionante em nossas vidas. Não me refiro apenas à aquelas que mudam seu modo de pensar ou te entregam um novo propósito na vida, mas até mesmo filmes que t


CRÍTICA | Marty Supreme não é sobre pingue-pongue
Entre o caos, a agressividade e o ritmo implacável, a campanha de lançamento de Marty Supreme, do diretor Josh Safdie (Joias Brutas), já é considerada uma das maiores da história da indústria cinematográfica norte-americana. Depois de muitos "SCHWEPS", vídeo de divulgação no topo da Sphere de Las Vagas, trajes laranja neon e remix com o rapper EsDeeKid, o filme estrelado pelo mais novo protegido de Hollywood deixou claro que ainda vai fazer muito barulho. Com um orçamento de


O desejo e o olhar em Michael (1924)
O psicanalista Jacques Lacan compreendeu que o “desejo do homem é o desejo do Outro” (LACAN, 1988, p.41), isto é, o sujeito lacaniano possui uma falta estrutural que constitui o seu ser e, decorrente disso, o desejo surge como um movimento permanente que nunca é passível de satisfação plena. Neste sentido, Lacan (1988) aponta que o desejo do sujeito sempre é mediado pelo Outro, sendo este o campo simbólico da linguagem, a partir do qual se estruturam as formas de desejar. Ao


CRÍTICA | O Beijo da Mulher Aranha é uma contradição de erros e acertos
“Você tem a chave daquela porta? Ficarei feliz em te seguir. Caso contrário, fugirei daqui do meu próprio jeito”. Essa frase dita por Luis Molina, personagem vivido por William Hurt em O Beijo da Mulher Aranha (1985), sintetiza com precisão o âmago do filme. O longa dirigido por Héctor Babenco retrata a história de alguém que usava o cinema como válvula de escape da realidade hostil que o cerca. Mais de 40 anos depois, a história está prestes a ganhar uma reimaginação sob dir


CRÍTICA | A Empregada comete o erro das adaptações literárias para o cinema
Quando falamos sobre adaptações de outras mídias — como livros, peças, videogames e etc — para os cinemas, sempre existem aqueles que defendem que o material original precisa ser recriado de forma precisamente exata. O que essas pessoas parecem não levar em consideração é que, para cada forma de arte, existe uma forma específica de escrita. Se você utiliza o material original como mero esboço, o resultado final muito provavelmente será medíocre — uma vez que o filme está tent


A visão feminina no cinema pioneiro de Alice Guy-Blaché
Arte por Rafael Vaccaro Madrid Em meados do infame século XIX, ninguém era capaz de prever que, no coração da Europa, começavam as movimentações iniciais do surgimento de uma nova arte. Uma arte que faria explodir “esse universo carcerário com a dinamite dos seus décimos de segundo, permitindo-nos empreender viagens aventurosas entre as ruínas arremessadas à distância”, como nos disse Walter Benjamin; uma arte que não apenas revolucionaria o modo como interagimos com todas as


O Homem de Lata: dor também é amor
Um ensaio feito com carinho sobre o personagem que mais me deu medo quando era criança, e ficou congelado na minha mente na imagem dos pesadelos onde ele aparecia ao lado da minha cama, deitado no chão, rangendo e preso em si mesmo. Se as memórias que tenho dele até adulta puderem me ensinar alguma coisa, espero que seja que é melhor não ter nenhum amor, do que causar alguma dor.
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