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João Moura
21 de jan.3 min de leitura


Artur Soares
29 de jan.4 min de leitura


Artur Soares
23 de jan.5 min de leitura


João Moura
21 de jan.3 min de leitura


Artur Soares
14 de jan.5 min de leitura


Vitor Rocha
19 de jan.6 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
16 de dez. de 20254 min de leitura


Marina Branco
25 de nov. de 20256 min de leitura


Rafael Vaccaro Madrid
21 de nov. de 20254 min de leitura


Roger Caroso
30 de jan.1 min de leitura


Roger Caroso
24 de dez. de 20251 min de leitura


Roger Caroso
31 de out. de 20251 min de leitura
Moqueka
17 de out. de 20252 min de leitura

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CRÍTICA | Song Sung Blue é uma história bonita contada de forma genérica
Não é mais novidade para ninguém que o universo das biografias cinematográficas se encontra em um estado de saturação. Entra ano e sai ano, o mesmo filme repetido, com a única mudança sendo o personagem principal.


CRÍTICA | Chainsaw Man - Arco da Reze é a representação do amor enquanto tragédia
A verdade é que à cada dez filmes, eu só costumo gostar de um. Mas, houve casos que esse único filme foi capaz de mudar minha vida Eu acho extremamente simbólico essa frase da Makima acontecer bem no início de Chainsaw Man: Arco Reze. As vezes me pego pensando sobre como certas obras conseguem ter um impacto realmente impressionante em nossas vidas. Não me refiro apenas à aquelas que mudam seu modo de pensar ou te entregam um novo propósito na vida, mas até mesmo filmes que t


CRÍTICA | Marty Supreme não é sobre pingue-pongue
Entre o caos, a agressividade e o ritmo implacável, a campanha de lançamento de Marty Supreme , do diretor Josh Safdie ( Joias Brutas ), já é considerada uma das maiores da história da indústria cinematográfica norte-americana. Depois de muitos "SCHWEPS", vídeo de divulgação no topo da Sphere de Las Vagas, trajes laranja neon e remix com o rapper EsDeeKid, o filme estrelado pelo mais novo protegido de Hollywood deixou claro que ainda vai fazer muito barulho. Com um orçamento


O desejo e o olhar em Michael (1924)
O psicanalista Jacques Lacan compreendeu que o “desejo do homem é o desejo do Outro” (LACAN, 1988, p.41), isto é, o sujeito lacaniano possui uma falta estrutural que constitui o seu ser e, decorrente disso, o desejo surge como um movimento permanente que nunca é passível de satisfação plena. Neste sentido, Lacan (1988) aponta que o desejo do sujeito sempre é mediado pelo Outro, sendo este o campo simbólico da linguagem, a partir do qual se estruturam as formas de desejar. Ao


CRÍTICA | O Beijo da Mulher Aranha é uma contradição de erros e acertos
“Você tem a chave daquela porta? Ficarei feliz em te seguir. Caso contrário, fugirei daqui do meu próprio jeito”. Essa frase dita por Luis Molina, personagem vivido por William Hurt em O Beijo da Mulher Aranha (1985), sintetiza com precisão o âmago do filme. O longa dirigido por Héctor Babenco retrata a história de alguém que usava o cinema como válvula de escape da realidade hostil que o cerca. Mais de 40 anos depois, a história está prestes a ganhar uma reimaginação sob dir


CRÍTICA | A Empregada comete o erro das adaptações literárias para o cinema
Quando falamos sobre adaptações de outras mídias — como livros, peças, videogames e etc — para os cinemas, sempre existem aqueles que defendem que o material original precisa ser recriado de forma precisamente exata. O que essas pessoas parecem não levar em consideração é que, para cada forma de arte, existe uma forma específica de escrita. Se você utiliza o material original como mero esboço, o resultado final muito provavelmente será medíocre — uma vez que o filme está tent


A visão feminina no cinema pioneiro de Alice Guy-Blaché
Arte por Rafael Vaccaro Madrid Em meados do infame século XIX, ninguém era capaz de prever que, no coração da Europa, começavam as movimentações iniciais do surgimento de uma nova arte. Uma arte que faria explodir “esse universo carcerário com a dinamite dos seus décimos de segundo, permitindo-nos empreender viagens aventurosas entre as ruínas arremessadas à distância”, como nos disse Walter Benjamin; uma arte que não apenas revolucionaria o modo como interagimos com todas as


O Homem de Lata: dor também é amor
Um ensaio feito com carinho sobre o personagem que mais me deu medo quando era criança, e ficou congelado na minha mente na imagem dos pesadelos onde ele aparecia ao lado da minha cama, deitado no chão, rangendo e preso em si mesmo. Se as memórias que tenho dele até adulta puderem me ensinar alguma coisa, espero que seja que é melhor não ter nenhum amor, do que causar alguma dor.
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