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Crítica | Cara-de-Barro é respiro em um gênero extremamente saturado
Alguns podem até se espantar com o que vou dizer, mas Homem de Ferro (2008) foi o primeiro filme que assisti em uma sala de cinema. Lembro-me de ter ficado assustado logo na sequência inicial com a imagética bélica e a presença dos terroristas, me escondendo na poltrona com medo. 18 anos depois, Cara-de-Barro (2026) me causou um incômodo visceral que eu não sentia em um filme de super-heróis desde quando perdi a inocência da infância. No novo longa-metragem do universo cinema


CRÍTICA | Aquaman 2 - O Reino Perdido: O adeus do universo DC
Ao completar 10 anos, o Universo expandido da DC se encerra nos cinemas. Um adeus deveras melancólico, visto as contínuas decepções ao...
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